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As escolas e os pais estão atentos a esta palavra, uma prática que ocorre há muito tempo, porém que, só agora tem ganhado espaço e causado preocupação de muitas pessoas, inclusive de pesquisadores comportamentais, devido ao grande prejuízo emocional que ocorre em suas vítimas. Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder. O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Porém sua maior incidência ainda é a escola e entre, os adolescentes.

Existem várias formas de praticar o bullying, vamos conhece-las:

Fisicamente: tapas, beliscões e chutes;

Verbalmente: apelidos maldosos e xingamentos;

Moralmente: intimidações, ameaças e fofocas;

Sexualmente: assédios e abusos.

Portanto, percebemos que não se trata de uma brincadeira como tantas pessoas ainda dizem, é um problema social que deve ser conhecido e combatido. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou uma campanha para ajudar pais e educadores a prevenir e enfrentar a violência física ou psicológica contra pessoa incapaz de se defender. Uma vez que, a grande incidência deste problema, acontece dentro das escolas, é importante que elas invistam em palestras de formação ética e moral para seus alunos, para informação e também, prevenção de conflitos.

Nas escolas, professores, diretores e inspetores devem acompanhar atentos os hábitos de seus alunos, durante as aulas e intervalos. Em casa, os pais precisam estar sempre atento ao comportamento de seus filhos, a agressividade, o choro, a insegurança, a revolta, são alguns dos sintomas de quem sofre com esta prática. Reconhecer o problema é o primeiro passo para resolve-lo.

**Este post foi escrito por Lidiane Fim Chimentão – Psicóloga (CRP 63207-06), atuando nas relações da família – pais e filhos.

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