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Quando os filhos são pequenos, os pais costumam achar adorável qualquer que seja a resposta à pergunta “O que você vai ser quando crescer?”. A coisa costuma mudar de figura quando chega o momento da real escolha: a fase pré-vestibular. Nem sempre o desejo expressado pelo filho sobre qual carreira pretende seguir é algo bem aceito pela família. Os adultos estão em uma etapa da vida na qual preferem escolhas mais ‘prudentes’, pois já acumularam experiência, sabem o quanto o mercado de trabalho é exigente e como é difícil conseguir e manter um emprego e desenvolver uma carreira.

Esta prudência pode gerar o receio de que a escolha de carreira do filho não seja a ideal e, depois, pode levar a conflitos. Sem saber como agir, muitos pais partem para atitudes intempestivas e impositivas, como exigir que o filho curse determinada faculdade. Já outros preferem “esconder” do filho o que pensam. Ambas atitudes desaconselhadas por quem entende de orientação profissional.

Já que os pais exercem influência direta na escolha dos filhos, seria interessante seguir algumas dicas:

1. Entender que a escolha nem sempre é definitiva

2. Reconhecer que o mercado de trabalho mudou e que existem muitas opções e carreiras diferentes

3. Refletir sobre o conceito de sucesso

4. Saber que são inúmeras as possibilidades de atuação profissional e aplicação do conhecimento

5. Avaliar se não está transferindo sonhos e desejos próprios

6. Falar abertamente com seu filho sobre os receios e preocupações