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Muitos adolescentes e jovens possuem variadas dúvidas sobre qual seria o melhor momento para realizar um intercâmbio.

Há muitos tipos de viagens de intercâmbio. High School (Ensino Médio) particular,  High School público, curso de inglês (ou outro idioma), graduação (ou pós, mestrado etc), cursos específicos (gastronomia, fotografia etc) , curso e trabalho; e tantos outros.

Veja alguns fatores que devem ser avaliados para tomar a melhor decisão:

Motivação – o jovem precisa querer muito ir, especialmente se estivermos falando de um intercâmbio de seis ou 12 meses.  Este não pode ser um projeto só dos pais, tem de ser do filho. Até se for um programa de um mês é importante que o jovem compreenda que precisa aproveitar ao máximo.
Condições Financeiras – uma coisa é certa, a família sempre gastará mais que o previsto. Então, é importante fazer um programa que não seja muito apertado para o orçamento familiar.  Fazer uma reserva para pagar o programa à vista e depois, mensalmente, apenas manter o intercambista nas despesas pessoais, é o ideal.
Preparo psicológico da família e do jovem – Os pais e o filho estão preparados para viverem distantes? Já há uma relação de confiança? Ainda é necessário um controle dos pais para tarefas, estudo, horários? O filho já sabe lidar com dinheiro, controla bem sua mesada, não gasta tudo na primeira semana? O filho sabe cuidar de si mesmo e tem tarefas domésticas?  Isso será fundamental no exterior e ele não pode deixar para  aprender lá.
Se você sente que ainda é necessário um tempo para este preparo, então não antecipe a viagem. Aproveite para começar este treino e também para guardar dinheiro para o projeto. O jovem tem de ir sabendo falar inglês. Parece um paradoxo, mas só assim ele realmente irá aproveitar a experiência, falando com todos, criando elos com a família, fazendo amizades para a vida inteira. Se não tiver comunicação eficiente, vai ficar amigo do primeiro brasileiro fluente que encontrar e não vai praticar tanto o idioma.
Isso acontece com frequência.  Também poderá ficar tímido (por não saber se expressar bem) e preferirá ficar no quarto, ao invés de, por exemplo, interagir ou participar de eventos promovidos pela escola.  É claro que depende da personalidade do intercambista, mas quanto mais fluência ele já tiver, mais vai aproveitar este momento para aperfeiçoamento do idioma e para o mais importante: conhecer, respeitar e criar laços com pessoas muito diferentes de nós.
Fonte: www.clickcarreira.com.br